Há tempos, duas leituras, quase feitas em paralelo, deixaram em mim sensações prá lá de inquietantes: Fragmentos de um discurso amoroso (Roland Barthes) e Livro do Desassossego (Bernardo Soares/Fernando Pessoa). Por um fio tanto narrativo quanto emocional, ambas as obras tratam de inquietações de um ser incógnito e incogniscível. Barthes deixa cair suas análises finas, elegantes, de uma erudição poética, sobre o ser amoroso. Esse ser que nos habita a todos. Que ao ser despertado pela promessa de amor, já sai abanando o rabinho e passando por todas essas idiossincrasias (amei o potencial dessa palavra...mesmo feia ela cabe em tanto lugar...) do processo amoroso. Um processo não no sentido de algo cronológica e sentimentalmente realizável, mas como experiência que, por sua abrangência de sensações, paradoxos, conflitos internos, desrazões, fornece alguns elementos de análise panorâmica, ainda que inviável sem sensibilidade e acuidade poética, o que encontramos de sobra em Fragmentos. Esse ser amoroso, cujas sensações independem até do ser amado (prá saber mais é melhor ler o dito. Aqui, apresento o meu Barthes. Pode ser que o seu lhe traga outras reflexões...), me fez lembrar do guarda-livros, Bernardo Soares, o único heterônimo de Pessoa a escrever em prosa. a 'biografia sem fatos'. Não, Bernardo Soares está longe de amar a alguém como o ser amoroso do Barthes. O que lhes aproxima é a inquietude de cada detalhe do cotidiano, porque por trás do homem que trabalha, exerce suas funções diárias e necessárias, pode se encontrar um vulcão de sensibilidades; um sentir tão demasiado que aflige a alma o menor dos gestos. Uma sensação assim descrita por Soares: "a vida é como se me batessem com ela". O ser amoroso é isso. Está em constante desassossego. Não é ele. É uma legião. Ele é muitos. Aí vem outro poema, da Viviane, completar meu pensamento: "O amor tem fome, muita fome. Meu corpo são bocas abertas" (Fome, fragmento, no livro Toda Palavra). Todas essas bocas querem se alimentar. Bernardo Soares e o ser amoroso estão famintos. Mas, propriamente, de que? De sentidos, faço minha leitura. E fico mais inquieta. Meio aflita até. O Livro do desassossego cumpriu sua missão-título: me deixou num terremoto interno tão intenso que até mesmo a hora da leitura teve que ser monitorada (de noite, sozinha, um pouco triste? Proibida a leitura. Assim se passaram meses antes de terminá-lo...mas foi melhor mesmo assim, pois de forma outra eu ficaria doida de vez....). Barthes, nem me fale. O li em um momento em que todas as situações ali tão sensivelmente desveladas eram sentidas, às vezes de forma não tão poética assim. Imaginem o turbilhão... Enfim, duas leituras que ficaram pairando em meus devaneios sentimentais e poéticos por meses, como tradutores de certo aperto.
E agora, assim por um desses acasos que fazem todo o sentido, E por falar em amor, da Marina Colasanti (puxa, fui ingrata com ela por tempos: sempre a considerava a 'mulher do Affonso Romano de Sant'anna.' E ela é. E muito, muito mais...leiam a figura. E o Affonso, claro.) caiu em minhas mãos. Nos olhos, prá ser mais exata, porque tava ali, na estante do Sebinho, com uma plaquinha com preço inacreditável (acho que seis reais). Apostei no livro e o trouxe, confesso que com um certo receio de ser um daqueles meio auto ajuda de casal ou, pior, tipo Marie Clare (e seu discurso para a 'mulher inteligente', destinado a nenhuma mulher do universo, de tão inviável que passa a ser a mulher contemporânea: linda, sucesso profissional, uma doida na cama, uma lady na house, super mãe, chef frances, etc...). O fato é que Marina me extasiou, já nas primeiras páginas. Tanta sensibilidade, justeza no olhar, no sentir e no expressar. Delicadeza com as misérias e mesquinharias do 'ser amoroso', que Colasanti humaniza, dá nome e gênero, marcando as diferenças tão fortes e, paradoxalmente prá lá de subestimadas, nas formas e conteúdos sentimentais que nos afligem a todos. E a todas. E não uniformemente. Ela deu a liga que faltava aqui nos neurônios já um pouco desestabilizados e com fileiras incompletas e Barthes e Bernardo Soares foram trazidos à tona, nas falas que me inquietavam, nas perguntas que eu tinha certeza serem fulcrais prá mim: afinal, a quem amamos quando amamos? Somos nós atraídos por um outro que melhor nos reflete em seu olhar? Ou me encanto pelo outro por ausências em mim que nele reconheço e desejo completar? Sei que nem Platão consegue responder a essas questões, mesmo falando bonito até no seu Banquete. Ou Camões. Ou Quintana. Ou Florbela Spanca. E todos esses, sem responderem, ou por tentarem, de alguma forma, jogam mais luz e mais sombras sobre as minhas questões. Mas Marina conseguiu me atingir de uma forma mais pragmática, sem entrar em esquemas pré-elaborados. Não...ela o faz com muita sensibilidade e fineza. Parte de situações cotidianas, estudiosos consagrados, poetas, matérias de jornais e revistas, para aprofundar análises, provocar reflexões. E quando toca no assunto "o que amo quando amo", um de seus tópicos é sobre o que realmente buscamos no outro, e quais enquadramentos podemos dar a essas buscas. Diz ela que "o sonho do amor contém todos os outros". E olha o que encontro tão lindamente em Bernardo Soares:
"Nunca amamos alguém. Amamos, tão-somente, a idéia que fazemos de algúem. É a um conceito nosso - em suma, é a nós mesmos - que amamos.
(...) As relações entre uma alma e outra, através de coisas tão incertas e divergentes como as palavras comuns e os gestos que se empreendem, são matéria de estranha complexidade. No próprio ato em que nos conhecemos, nos desconhecemos. Dizem os dois "amo-te" ou pensam-no e sentem-no por troca, e cada um quer dizer uma idéia diferente, uma vida diferente, até, porventura, uma cor ou um aroma diferente, na soma abstrata de impressões que constitui a atividade da alma"
Aí vem Barthes. E com ele a lembrança de outro tempo, longe, no qual li o princípio do amor de Teresa D'Ávila (santa que amo e que escolheu o casamento com Cristo e não com um dos seus vários pretendentes porque 'amava amar o amor', e acreditava ser mais gratificante o amor divino que o profano. Na verdade, ela sabia que no convento teria mais liberdade que casada. Ela mesma sinaliza isso...acho que vem daí minha admiração doida por ela...outra leitura recomendada). Voltando ao Barthes (ai, essas disgressões poéticas....), encontro a descrição do verbete 'anulação' (forma genial como está disposto seu livro):
"Onda de linguagem no curso da qual o sujeito acaba por anular o objeto amado sob o volume do próprio amor: por uma perversão propriamente amorosa, é o amor que o sujeito ama, não o objeto"
Pronto, pirei! Isso porque, além dessas reflexões que os três adensaram em mim, ouvi, dia desses, em uma situação bem específica e que nem cabe relatar aqui, sobre um amor, desses que se constróem continuamente em bases flexíveis. O que ouvi foi que esse amor era 'roda da fortuna' (carta 10 do tarot, que simboliza mudança para melhor, coisas ótimas, etc, de uma forma bem porcamente resumida) porque tanto ele quanto ela se transformavam em pessoas melhores por se verem refletidos assim nos olhos um do outro. Despertavam, em cada um, o que tinham de potencialmente mais belo (lindo isso...).
Então, tá tudo certo!!!! Simples. Descobri que aquelas questões que tanto me inquietaram são as minhas perguntas essenciais (o que amo quando amo o outro? A quem amo?). Aquelas que vão jogando as pedrinhas para que eu não me perca no meio desses tantos desvios e atalhos...(Quintana me poemou isso, nas suas curtas 'INDAGAÇÕES': "A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas"...). E as minhas perguntas essenciais não revelam nenhum traço de egoísmo ou egocentrismo, como pode parecer à primeira vista, mas iluminam meus caminhos na estrada prá ser cada vez mais gente. Mais essa pessoa que idealizo ser. Mais quem me vejo na moldura do olhar do amado. Eu pinto meu quadro a partir dessas perguntas. Assim, o refletirei igualmente, meu semelhante, gente, de bem. De amor. (se não fizer bem, não é amor. Aí é assunto prá outra prosa...) Num espelho onde, em reflexos furta-cor, bailam Marina, Barthes, Pessoa, que me presentearam, fazendo ter mais sentimento e menos sentido essa, a palavra que, "De todas as palavras que trago gravadas na pele, (...) é a que me assalta de madrugada" (Viviane...tinha que ser...).
É Manoel. Tens toda a razão. Entender é parede. Sentir é árvore. E eis que me basta isso. Porque já dizia Ricardo Reis: pensar é estar doente dos olhos.
(como outra leitura, vai um pôr do sol lindo, da minha varanda)
sábado, 31 de janeiro de 2009
Amor, sob algumas visões. Amor e suas sem-razões.
Pacto com o tempo...

Ao completar a meiota da balzaquice, também chamado de 35 anos, aprendi uma poesia que revela um acordo seriamente divertido, meu pacto com o tempo. A recitei para alguns amigos (como sempre reitero: pobres amigos e seus ouvidos muito alugados....rsrs) e me emociono muito sempre que o recito. É meu. Me explica. E Elisa confirma: quem recita, se torna dono. Cada interpretação é autoral. Aí vai o 'meu poema' dos 35 anos...E uma imagem linda, da Frida Kahlo (Raízes).
quem tem olhos pra ver o tempo soprando sulcos na pele soprando sulcos na pele soprando sulcos?
o tempo andou riscando meu rosto
com uma navalha fina
sem raiva nem rancor
o tempo riscou meu rosto com calma
(eu parei de lutar contra o tempo
ando exercendo instantes
acho que ganhei presença)
acho que a vida anda passando a mão em mim.
a vida anda passando a mão em mim.
acho que a vida anda passando.
a vida anda passando.
acho que a vida anda.
a vida anda em mim.
acho que há vida em mim.
a vida em mim anda passando.
acho que a vida anda passando a mão em mim
e por falar em sexo quem anda me comendo
é o tempo
na verdade faz tempo mas eu escondia
porque ele me pegava à força e por trás
um dia resolvi encará-lo de frente e disse: tempo
se você tem que me comer
que seja com o meu consentimento
e me olhando nos olhos
acho que ganhei o tempo
de lá pra cá ele tem sido bom comigo
dizem que ando até remoçando.
Viviane Mosé
Lição de cacto

Pois é, entre a primeira postagem, cheia de entusiasmo e otimismo quanto à "forma mais ou menos sistemática" de escrever as 'coisinhas', muitos dias e noites - alguns memoráveis...outros também, mas com pretensões a esquecíveis... - se passaram. E por vezes senti muita vontade de escrever. Aconteceram muitas coisas bacanas - encontro com Elisa Lucinda, descobertas musicais, idas ao cinema - que dariam ótima prosa aqui no blog (prá mim, pelo menos...rsrsrs). Mas vou me deter em um acontecimento que se não foi o mais importante (não consegui dar peso a alguns ocorridos desse tempo; quase tudo foi tão significativo...), foi um dos mais marcantes e que me fez refletir muito, chorar um pouco, relacionar à vida: a floração do meu cacto. O ganhei do amigo-luz - ilumina meus dias com sua sabedoria divertida, sua molecagem nível máximo, sua forma de dizer tudo e não magoar nada... - que aqui o deixou por não vê-lo em melhor cenário, a varanda linda e coberta de céu. Aí comecei a ver o movimento: um pistilinho pequeno, saindo do meio do cacto. Uhú! Já sabia eu, a espertinha, que dali ia sair uma flor linda! E sabia disso porque já tinha visto essa preparação, ainda que an passant e talvez com menos interesse, quando seu dono ainda não era euzinha. Bom, prá resumir a trajetória que acompanhei muito de pertinho dessa vez, e cheia de expectativa, a cada dia crescia um pouco mais. E o corpo do cacto parecia estar cansado, direcionando todas as suas forças para a preparação dela, a flor, que vinha assim, assim, protegida por pétalas verdes, como dedos. E isso levou vários dias (tenho que confessar que sou péssima com anotações que exigem uma certa constância, como diários, agendas. Por isso não sei precisar quantos dias, horas, luas, etc...perdoem-me os virginianos) até que, de repente, em um domingo, sem avisar nada, ela abriu....linda!!!!!!!! Branca. Pétalas pontudas, forte. Espetáculo que quase perdi! E assim, lindamente poderosa, ela ficou por algumas horas. É isso mesmo. Durou pouquíssimas horas todo aquele esforço dispendido pelo cacto que, pobrecito, ainda está se recuperando do parto. Claro que fiquei chocada! Como assim? Me deixa na maior expectativa durante dias e se vai desse jeito???? Não me deu tempo de olhá-la ao sol da manhãzinha ao menos, a danada! E aí bateu...caraca, que lição da porra recebi disso. Assim, simples demais. O esforço do cacto não está atrelado à duração da sua flor. Ou à duração de sua admiração. Mas à sua efemeridade. Sua inutileza (ai, Manoel de Barros, dai-me mais desses neologismos que vislumbram, na linguagem, os encantamentos inintelingíveis dos cruzamentos conceituais-poéticos de suas imagens...) é sua força. Por que temos sempre um porquê? Acho que foi mais ou menos isso que o cacto me ensinou, ainda que cientificamente deva ter uma explicação super coerente, prática, mas nada poética. Então, fico com minha versão do causo mesmo...Aí em cima, o início da preparação para a flor. O durante e o final não foram registrados....pena, eu sei. Mas ano que vem ele flore de novo...aí eu mostro...
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Passagem de ano: bom, mas ruim (como diria Tom, o Jobim...)
Pois é, expectativa a mil, ainda mais depois de saber sobre esse 2009, cheio de possibilidades, segundo a astrologia chinesa, a ocidental, os orishás, o tarot - ano de oxóssi, de boi, regido pela carta 11, que significa força, etc, etc,... - e como boa escorpiana com ascendente em áries (adoro isso...dá um medo em algumas pessoas quando falo desses dois signos assim, convivendo no meu mapa...adoro a expressão de "putz, foda!"...rsrs....me sinto...rsrsrs).
Mas, continuando o papo, tava eu já cheia de ansiedade para a grande passagem, já combinando com a turma - diga-se de passagem, a melhor turma!!!! - a ida prá Chapada, no sítio de um outro grande amigo, no Piquizeiro. Sempre vamos prá lá e sempre voltamos com tantas histórias, felizes, felizes...
Fui só, por essa estrada....péssima!!!!! Deusas, como pode uma estrada ficar daquele jeito, com tantos buracos que vira um game (se errar, lascou...) meio louco nos desvios que temos que fazer. Mas, tava eu no melhor dos ânimos, indo prá Chapada. Piquizeiro, tava lindo! Amigos esperando com todo aquele aconchego. Aí vem a parte que não tava no script: cara, o que tá acontecendo com São Jorge???? Cadê aquele clima meio 'tô em outra', universo paralelo, melhor, mais energético? Sem falar na parte mais prática da percepção das ausências: músicas boas rolando, pessoas em um nível de energia semelhante, buscando a onda da natureza, sem descuidar do forró no Cavaleiros, a cerva cheia de paquera no Pelé, o roquezinho no Bodinho, o som show de bola do Bafafá???? Nos dias que fiquei por lá o que vi - e ouvi - foi: sertaneja, funk e eletrônica num carro daqueles cheios de neon e com um aparelho de som absurdamente quase do tamanho do próprio suporte, no caso, o carro; muita sujeira na vila; desânimo no Bodinho (showzinho meia bomba, vazio); Pelé cheio de heterozinho meio raivoso (dessa espécime muito encontrada em boate hetero, que acha que mulheres sós estão ali, só esperando sua boa e tosca vontade...urgh!!!!)...bom, aí veio o ano novo. A estranheza atingiu o limite: caraca, não foi aqui que passei a passagem 06/07!!!! Agora, a Lua de São Jorge tava vazia, a banda não conseguia segurar o som. O Cavaleiros e o Bafafá não abriram. Bodinho tava com um forró super mega ultra sem ninguém. Onda estranha... E o ápice foi em Raizama. Fui prá lá, no meu carro, seguindo um casal amigo também hospedado no Piquizeiro. Lá, estacionamento quase na porta da festa (estranhamento total, porque dois anos antes a gente teve que andar muito até o agito, porque estacionamos quase na estrada de terra da entrada), pouca gente, bar totalmente tranquilo. Desânimo. E pior, os heterozinhos raivosos foram em bando e deixaram as pessoas interessantes trancafiadas em algum lugar ermo da Chapada. Sinais já haviam sido dados no festival de cultura popular, em julho. A vibe tava estranha desse jeito, o festival mal articulado, as apresentações pouco atrativas. Mas eu não tinha como certo que isso era um processo de mudança da vila. Resultado: fiquei triste com isso...e decidi, junto com os amigos, que a Chapada é o Piquizeiro. Lá, as risadas são todas. A amizade reina. Lá é a minha Pasárgada. Mas, volto a perguntar: o que está acontecendo com São Jorge????? (Na foto, algo que não mudou: a beleza e a imponência do Morro da Baleia. Graças!!!!)
E no início era o verbo...
Um blog - por sinal de muita sensibilidade - de uma grande amiga foi o que podemos chamar de gota d'água para que eu pusesse em prática a minha idéia de publicar coisinhas. Sim, coisinhas, tantas, dessas que às vezes a gente pensa, acha muito bacana, quer compartilhar com alguém, fala prá amigos - pobres ouvidos...rsrs... - e ainda fica com vontade de registrar. Pois é, são dessas coisinhas de que falo e que tentarei postar por aqui de uma forma mais ou menos sistemática. Aqui vou escrever minhas percepções sobre a vida, no geral. Nada assim, meio intelectual-meio-de-esquerda (agradeço a expressão a Antônio Prata...leiam, é ótimo esse cara...), mas realmente coisinhas, bem no diminutivo, não por serem pouco importantes - até podem ser... - mas porque são sensações proporcionadas pelo cotidiano...encontros, leituras, viagens, conversas, desabafos....
E o nome do blog é uma brincadeira de um amigo, especialíssimo, que cunhou de 'nuizinhas' umas florzinhas lindas do cerrado, que, claro, não sabíamos o nome. E brincou com meu Nui...enfim, não dá prá descrever aqui como isso fez a gente rir um bocado em Pirenópolis. Pena eu não ter esse dom de construir belas imagens com palavras....
Então, vá lá, comecei!
E o nome do blog é uma brincadeira de um amigo, especialíssimo, que cunhou de 'nuizinhas' umas florzinhas lindas do cerrado, que, claro, não sabíamos o nome. E brincou com meu Nui...enfim, não dá prá descrever aqui como isso fez a gente rir um bocado em Pirenópolis. Pena eu não ter esse dom de construir belas imagens com palavras....
Então, vá lá, comecei!
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